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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

FOI PRESO JOHN MCAFEE, O PIONEIRO DO ANTIVÍRUS



O pioneiro do software antivírus John McAfee, procurado pela polícia de Belize por suspeita de homicídio, foi preso na quarta-feira na Guatemala por suspeita de ter entrado no país ilegalmente, segundo fontes oficiais informaram à CNN. Horas antes, o milionário concedeu diversas entrevistas no país e fez um pedido formal de asilo à Guatemala sob o argumento de que é "um perseguido político" do governo de Belize, país no qual se radicou em 2008.
O excêntrico milionário esteve escondido e dando pistas falsas sobre seu paradeiro através de um blog para evitar as autoridades belizenhas, que o querem interrogar pelo caso do assassinato, há duas semanas, do americano Gregory Faull, de 52 anos, seu vizinho na cidade de Ambergris Caye.

Entenda o caso

John McAfee é o principal suspeito do assassinato do expatriado americano Gregory Faull, seu vizinho em San Pedro, Belize, país da costa nordeste da América Central, ao lado do México e da Guatemala. Faull foi encontrado morto com um tiro na cabeça na noite do dia 10 de novembro em sua casa. A polícia procurou McAfee no domingo (11) para interrogatório, mas ele se enterrou em um buraco na areia da praia, de onde observou a movimentação policial por 18 horas, e escapou dos agentes.

Para continuar fugindo da polícia, McAfee também pintou o cabelo. No dia 4 de dezembro, ele chegou à Guatemala, onde pede asilo político. Ele cruzou a fronteira entre os dois países ilegalmente acompanhado da sua noiva. De acordo com o jornal El País, o milionário andava armado como um mercenário em Belize. Desde que iniciou sua fuga, McAfee acusou ex-funcionários de planejarem incriminá-lo e matá-lo e, em uma entrevista,negou ser paranoico.

Segundo McAfee, que vem relatando sua fuga em um blog, ele está 'na mira' das autoridades desde que se negou a fazer uma contribuição a um político local. Em abril deste ano, ele teve sua casa em Belize invadida por policiais, que encontraram um laboratório de química, US$ 20 mil e um estoque de armas de fogo. McAfee chegou a oferecer US$ 25 mil como recompensa para quem provar sua inocência. Em 2010, McAfee vendeu para a Intel a empresa que criou em 1980. Desde então, não tem mais participação na companhia, que ainda leva seu nome.

Fonte: Terra





OTAN PRESSIONA COREIA DO NORTE PARA CANCELAR LANÇAMENTO DE FOGUETE



A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) pediu na quarta-feira que a Coreia do Norte cancele seus planos de lançar um foguete de longo alcance nas próximas semanas, afirmando que o teste violaria resoluções da ONU e desestabilizaria ainda mais a península coreana. Segundo o governo sul-coreano, que monitora as atividades da nação vizinha, o foguete já está instalado na base de Dongchang-ri.

Em um comunicado, a organização expressou "grave preocupação" com as intenções de Pyongyang de realizar um lançamento usando tecnologia de mísseis balísticos. "Pedimos às autoridades norte-coreanas que cumpram suas obrigações sob a lei internacional e cumpram completamente o desejo da comunidade internacional."

Histórico - Anunciado no último sábado, o novo lançamento norte-coreano deixou a Ásia em alerta. Apesar de Pyongyang insistir que a operação é pacífica e tem como objetivo colocar um satélite em órbita, países como Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos acreditam que o lançamento na verdade oculta um teste de míssil balístico, algo que violaria duas resoluções da ONU que proíbem o regime comunista de desenvolver essa tecnologia.

Até eventuais aliados dos norte-coreanos, como a Rússia e a China, pediram que Pyongyang suspenda o lançamento.

Fracasso - Caso a Coreia do Norte leve adiante a intenção de lançar o foguete, seria a segunda operação do tipo que o país realiza este ano. Desafiando todas as pressões internacionais, Pyongyang disparou um míssil de longo alcance em abril, mas a operação foi um fiasco: o projétil explodiu um minuto após levantar voo e caiu no mar logo em seguida.


Fonte: Agência Reuters



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

GERADOR DE ELETRICIDADE É MOVIDO ATRAVÉS DE URINA


Quatro adolescentes nigerianas, entre 14 e 15 anos, desenvolveram um sistema alternativo de geração de energia: um gerador que funciona durante seis horas com um litro de urina. O invento, desenvolvido em um trabalho escolar por Duro-Aina Adebola, Akindele Abiola, Faleke Oluwatoyin e Bello Eniola, foi destaque da Maker Faire Africa 2012, realizado em novembro.
Um botijão de gás, um filtro de água e o dispositivo gerador, produzido a partir de células eletrolíticas, são a receita básica para a confecção do aparelho, que possui um baixo custo de operação.
Um botijão de gás, um filtro de água e o dispositivo gerador, produzido a partir de células eletrolíticas, são a receita básica para a confecção do aparelho.
O dispositivo produz energia ao filtrar a urina, realizando a eletrólise da ureia. O processo funciona da seguinte forma: a urina passa por uma célula eletrolítica, que a divide em moléculas de nitrogênio, hidrogênio e água. Logo depois, os elementos são filtrados novamente e absorvidos por um cilindro, que empurra o hidrogênio para o interior de outro cilindro com líquido. Deste modo, a umidade é retirada e o composto gera eletricidade.

Aplicabilidade

A viabilidade e eficiência do sistema, por se tratar de um trabalho escolar, foram questionadas por alguns especialistas, que viram no alto potencial explosivo do hidrogênio uma séria dificuldade de implantação (uma bomba feita a partir do hidrogênio pode superar 50 vezes a força de uma bomba atômica, como as utilizadas em Hiroshima e Nagasaki).

Apesar disso, o feito das garotas é admirável. Gerardine Botte, a engenheira química que desenvolveu a eletrólise de urina, destacou que o gerador das jovens é "uma maneira única e elegante de tratar restos de urina" com o benefício de "gerar eletricidade".


Fonte: Ecod



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CONSTRUÇÕES AUTOSSUSTENTÁVEL É DESENVOLVIDA POR UM BRASILEIRO



Apesar dos problemas ambientais estamparem as principais páginas dos jornais, ainda são raros os prédios sustentáveis no Brasil. Com a motivação de alterar esse quadro, o pesquisador da Unicamp Bruno Wilmer Fontes Lima desenvolveu uma metodologia que permite que construções produzam toda a energia necessária para se manter. 

As principais fontes energéticas abordadas no estudo são os painéis fotovoltaicos. Diferentemente dos painéis solares, que apenas esquentam água, os dispositivos adotados transformam a energia do sol em eletricidade. O processo funciona por meio da captação de partículas de luz, os fótons, que entram em contato com um material semicondutor que, por sua vez, gera uma corrente elétrica. 

O principal diferencial do projeto é que não há a utilização de bancos de baterias para armazenar o excesso de energia. Segundo Lima, esse tipo de maquinário é inviável, pois são caros e requerem manutenção. Em vez disso, a estrutura realizaria trocas com a rede elétrica, cedendo a energia excedente produzida durante o dia e utilizando-a durante a noite. Por repassar parte do recurso, o usuário receberia créditos que, posteriormente, seriam deduzidos da conta de luz, o que geraria um custo praticamente nulo. 

De acordo com o pesquisador, esse processo de compensação é viável porque a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou neste ano a resolução 482, que justamente aborda a realização desta prática. Segundo Lima, o preço para implantar esse tipo de tecnologia ainda é um alto, em torno de R$ 15 mil e R$ 20 mil para uma residência com cerca de 70m² e quatro moradores. Ele ressalta que o investimento leva de dez a 15 anos para ser recompensado financeiramente. Entretanto, o equipamento tem vida útil de 25 anos, o que significaria ao menos dez anos de energia praticamente grátis. 

A pesquisa de Lima congrega um grupo de estudos que vai implantar um prédio sustentável no campus da Unicamp. Apesar do estudo inicialmente abordar também o uso de pequenas urbinas eólicas, essa alternativa não será colocada em prática devido à pouca força dos ventos na região. Ainda não há previsão para o início da obra, mas a construção contará com aspectos sustentáveis nas áreas ambiental e econômica, tais como recursos de redução de consumo de água e utilização de materiais com baixo impacto ambiental. O projeto é uma parceira entre a universidade e a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). 

Cresce número de construções sustentáveis


De acordo com o gerente de relações governamentais e constitucionais do GBC Brasil (Green Building Council Brasil), Felipe Faria, o número de construções sustentáveis está crescendo aceleradamente no país. Um indício disso é a quarta colocação brasileira no ranking mundial, com 601 empreendimentos que receberam certificados ou estão em processo de certificação com o selo Leed (em português, Liderança em Energia e Design Ambiental). No ano anterior, o Brasil havia ficado em quinto lugar, com 234 edificações. O certificado é baseado em sete critérios: eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, inovações e tecnologias, espaço sustentável e créditos regionais. 

Para a diretora do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Érica Ferraz de Campos, o mercado está cada vez mais atento e consciente em relação à importância de empreendimentos idealizados com sustentabilidade. "Há uma tendência clara de incorporar eficiência, racionalidade e durabilidade, logicamente sem prejuízo do conforto dos usuários", diz. O dirigente do GBC Brasil ressalta que a instituição prevê a construção de pelo menos mais 50 salas comerciais sustentáveis até 2013, somente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Segundo ele, há projetos em praticamente todos os estados brasileiros, apesar da concentração nas regiões Sul e Sudeste. De acordo com Faria, o maior impedimento para o avanço desse setor é a falta de informação. Ele ressalta também que a construção civil ainda tem uma visão imediatista, o que prejudica o investimento em tecnologias.


Fonte: Cartola



terça-feira, 27 de novembro de 2012

PAPA BENTO XVI VAI CRIA CONTA NO TWITTER DIZ VATICANO



O papa Bento XVI vai abrir a partir de dezembro próximo uma conta no Twitter, que será apresentada oficialmente no dia 3, informou nesta terça-feira o Vaticano.
A presença do papa no Twitter será apresentada nesse dia pelo arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais; pelo secretário do órgão, Paul Tighe; pelo porta-voz vaticano, Federico Lombardi; pelo diretor do L''Osservatore Romano, Gian María Vian,; e pelo novo assessor de comunicação Greg Burke.
Por enquanto não se sabe o nome da conta de Bento XVI e, embora seja pouco provável que ele escreva diretamente os pequenos textos de no máximo 140 caráteres, ele os aprovará antes de serem lançados na rede, asseguraram fontes vaticanas.
Embora Bento XVI não navegue na internet, como revelou Lombardi, pede com frequência a seus colaboradores que realizem buscas pela rede.
O sumo pontífice, de quase 86 anos, não é novo no uso do Twitter, já que no ano passado inaugurou o portal multimídia de internet do Vaticano, "News.va", com uma mensagem através da rede.
"Queridos amigos, acabo de lançar o News.va. Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Com minhas orações e bençãos", escreveu o papa na rede.
Bento XVI tuitou usando um tablet de última geração.
O papa está convencido de que a Igreja tem que usar todos os meios de comunicação a seu alcance para divulgar o Evangelho e em vários documentos, o último a mensagem enviada aos jovens por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, lhes disse que eles têm que usar a internet para apresentar Cristo ao mundo.
Nessa linha, além de usar a rede para divulgar as atividades do papa, a Igreja e a Santa Sé, há três anos o Vaticano criou um site conectado com a rede social Facebook, através da qual os usuários podem trocar postais virtuais do papa, discursos e mensagens do pontífice.
Através desse site também podem receber notícias em formato vídeo sobre o Vaticano e o papa, na mesma linha do YouTube, onde o Vaticano também está presente.
Fonte: EFE





segunda-feira, 19 de novembro de 2012

EMPRESA LANÇA IMPRESSORA QUE APAGAR TINTA



A Toshiba vai começar a vender no Japão em fevereiro sua impressora que tem a capacidade de apagar a tinta para reaproveitar o papel. A Toshiba Loops é uma impressora que usa uma tinta azul especial. Essa tinta fica invisível pela ação do calor quando passada por uma segunda máquina, deixando o papel limpo para ser usado novamente. Cada folha pode ser reutilizada cinco vezes.
Além de apagar a tinta, a segunda máquina permite que aquele conteúdo seja digitalizado e armazenado na própria impressora. A Toshiba afirma que o sistema possibilita uma diminuição de 57% na emissão de CO2 com a reutilização do papel. O equipamento deve ser exportado para outros países a partir de maio do ano que vem.

Fonte: Agência AFP



sábado, 17 de novembro de 2012

VÍDEO GAME É CRIADO PARA DEFICIENTES VISUAIS



Um grupo de jovens de Brasília desenvolveu um videogame para cegos. A ideia surgiu para que um deles, o analista de teste e deficiente visual Juliano César Ribeiro pudesse jogar.

— Os jogos que existem hoje não satisfazem os anseios dos deficientes visuais na questão da acessibilidade.

Jogar o Herocopter, como o game é chamado, é simples. Basta ter o programa instalado no computador, um fone de ouvido e um sensor de movimentos.

O professor Bruno Souza explica que, por meio de um equipamento chamado kinect, é possível controlar o jogo por meio dos movimentos do corpo do jogador.

— O kinect estimula a coordenação motora e determinados exercícios para movimentar o helicóptero do jogo.

O jogador é o piloto do helicóptero e o objetivo é salvar pessoas vítimas de desastres naturais como um tsunami, por exemplo.

Bruno de Souza explicou ainda que a novidade fica por conta do áudio do jogo, que é em 3D. Isso ajuda os deficientes visuais a terem uma percepção maior do que está se passando no game.

— É um sensor de movimento que capta áudio também. É um aparelho de custo baixo pelo desempenho que ele promove.

O jogo ainda não está no mercado porque ainda precisa de patrocínio para ser lançado. Mas, segundo Souza, a ideia é já começar a divulgá-lo na internet.

— Queremos distribuí-lo na internet. Esperamos em três meses publicá-lo em uma plataforma, como custo de U$4,99, que é em média R$ 10, no Brasil, sendo acessível, assim, para todos os deficientes.

Fonte: R7